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terça-feira, 15 de março de 2011

Rio de Janeiro - Recife * (01/01/2010)

Passamos o réveillon em casas separadas, eu na casa da minha tia e o Gatão na casa dele. Acordei às 10:00h, ansiosa já, e liguei pra Thiago, ele ainda estava deitado e na tranqüilidade de sempre. Liguei pra ele mais umas 3 vezes, sempre lembrando de alguma coisa ou para perturbá-lo com o horário. Ele chegou lá em casa com o pai, às 14:00h e fomos para o aeroporto. Chegamos antes das 15:00h, e por já ter feito o check in na internet, foi bem mais rápido. Minha mala – inacreditavelmente – estava pesando apenas 15 kg, e a dele 11 kg. Fizemos o embarque e logo já estávamos no avião, eu igual uma criança boba como o Gatão diz, achando tudo lindo, era a minha primeira viagem de avião. 
A decolagem foi tranqüila, medo mesmo eu senti quando o avião fez a curva, parecia que ia virar de cabeça pra baixo, a cidade lá embaixo toda torta já... Rapidinho já estávamos tão alto que as nuvens ficaram todas abaixo de nós, um monte de algodão doce branco. É engraçado passar por entre elas, apesar de um pouquinho incômodo também, o avião chacoalha todo. 
Pegamos fone de ouvido e logo a primeira música foi em nossa homenagem “cariocas são bonitos, cariocas são bacanas”, o lanche também estava muito bom, um pão tipo francês, meio integral, com peito de peru e queijo, e guaraná pra mim, e suco de laranja pra ele. 
Estava começando a gostar do vôo até perceber que estávamos muito alto, sobre o mar, e ooops! “Turbulência, favor apertar os cintos e manterem-se todos sentados”, aí sim, fiquei tensa de verdade. Imagina, meu primeiro voo e já sou presenteada com uma turbulência?? Sacanagem... rs. E enquanto eu estava uma pilha, Gatão dormia tranquilo, nem me dando bola... dizia que as aeromoças ainda estavam tranquilas, huauahuuhau, posso?
Quando a turbulência passou e todos ainda estávamos bem, fiquei muito mais tranqüila, nem me importei mais com as nuvens (que estavam muito maiores e mais densas) quando chegamos em Recife. 
Chegando em Recife


Aeroporto de Recife

Pousamos às 17:30h horário local e a Máh e o Rodrigo já estavam esperando no aeroporto. A mochila de Thiago veio rápido na esteira, mas a minha mala demorou tanto que eu já estava ficando nervosa. Saímos de lá e fomos direto pro hotel fazer o check in (Hotel Uzi Mar), a localização é razoável, perto da praia, mas longe da área movimentada da orla. O preço muito bom – R$70,00 o casal – mas a aparência do quarto é péssima, banheiro sem blindex, azulejo velho, sem porta pro box (o que deixava tudo encharcado), cheiro ruim... 
Fachada do hotel.



Quarto.

Mesa do café da manhã.
Salão do café da manhã.
Enfim... mas deixemos isso pra lá que eu quero é curtir! Saímos pra comer no “Laça Burguer”, sanduíches maravilhosos, porém fila grande e atraso no preparo. Thiago comeu um especial (sanduíche duplo, de carne bovina e frango) e eu um Beirute, nossa, muito, muito, muito bons mesmo. Ficamos umas 2 horas e meia batendo papo, rindo e  programando os dias em Noronha, ahh Noronha!
Voltamos pro hotel às 22:00h, fazendo um passeio de carro pela orla, é linda a noite, toda cheia de coqueiros e luzes de natal.
Laça Burguer.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

12º dia (02/02/11) * Torres (RS) - Porto Alegre (RS)

Acordamos mais tarde novamente, às 10h como virou costume nessa viagem, rs. Ao menos o café da manhã do hotel superou as expectativas, depois de tanta desilusão finalmente uma coisa boa. A mesa era bem ampla, vários tipos de bolos, sucos, pães, iogurte, cereais... até pão de queijo tinha! Pena que dessa vez eu esqueci a câmera no quarto, raiva viu! A única coisa boa do hotel eu não vou poder mostrar a vocês... hahaha
Saímos de Torres por volta das 11h e fomos sentido PoA, mas Gatão havia combinado de visitar um amigo da aman, que mora em uma cidade próxima, chamada Sapucaia. A viagem também foi bem tranquila, a estrada também era de mão dupla e chegando mais perto se tornou tripla (existe isso? Anyway, 3 pistas) quando pegamos a Freeway (famoooosa).

No caminho paramos em uma lanchonete na beira da estrada para almoçar e telefonarmos pra ele, mas a tentativa foi frustrada, a lanchonete estava fechada e o orelhão não funcionava. Mais pra frente paramos de novo em um restaurante a quilo, novamente o orelhão não estava funcionando, entramos então no restaurante para perguntar se havia algum outro telefone próximo. O atendente no caixa nos disse que não, mas perguntou se queríamos ligar para um telefone fixo, Gatão respondeu que não, era celular. O moço então perguntou se era dali da cidade mesmo, confirmamos e ele nos ofereceu o próprio celular para ligarmos. Gente, nunca vi isso! Super simpático, todo prestativo... a princípio recusamos, falamos que não precisava, mas ele insistiu e Gatão pegou o celular para ligar. Conseguimos falar com o menino, que brigou com a gente por termos parado pra almoçar e disse que se não almoçássemos na casa dele ficaria puto, rs. Gatão devolveu o celular e com a cara de pau mais lavada desse mundo saiu do restaurante sem nem ao menos comprar uma bala! hahahaha. Morri de vergonha, o moço todo prestativo, nós usamos o telefone dele e Gatão nem pra comprar qualquer coisa que fosse, disse que o cara havia sido apenas cordial, sem esperar nada em troca, huahauhua.
Enfim, chegamos certinho na rua do menino, tomtom nos encaminhou bem, só errou no número da casa, ela sempre avisa que chegamos antes de realmente chegarmos. Acertar o número é a coisa mais difícil desse mundo pra ela. Mas como estávamos na rua certa começamos a procurar nós mesmo, nem precisamos de muito, um pouco mais na frente tinha uma casa com uma faixa enorme que dizia "Valeu Júnior, Aspirante de Cavalaria AMAN", huauaauhauhauhua, achamos!
A faixa.
Já conhecíamos a família dele e fomos super bem recebidos, logo depois conhecemos a namorada também, super simpática. O almoço estava delicioso! Eles encomendaram um churrasco tipicamente gaúcho, com direito a costela e tudo, uma delícia!
Passamos o dia lá com eles, fomos embora às 19h já.

Sapucaia fica bem pertinho de Porto Alegre, em menos de 1 hora já estávamos lá. Confesso que a primeira impressão da cidade foi negativa, chegamos quase a noite né e ficamos hospedados no Hotel de Trânsito, que fica no centro. A princípio achei a cidade meio suja, edifícios abandonados, mal cuidada... não sei explicar bem. Mas depois fiquei pensando, e qual centro de cidade grande é limpinho, bem cuidado? Muito raro.

Chegando na cidade.
Acabei não tirando fotos da parte feia... rs

Fomos super bem atendidos no HTO, deixamos nossas coisas no quarto e saímos pra conhecer um pouquinho da cidade, e ver se conseguíamos logo comprar alguma coisa pro Gatão. Fomos ao Shopping Praia de Belas, mas nos demos mal, o dia 02 de fevereiro é feriado em Porto Alegre, Nossa Senhora dos Navegantes, e por incrível que pareça o shopping não funcionava no feriado! hauhuahua. Só a praça de alimentação mesmo, comemos por lá então e voltamos para o hotel.
Entrada do HTO
O colchão foi trocado logo depois.
Banheiro.
Shopping Praia de Belas.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

11º dia (01/02/11) * Florianópolis (SC) – Torres (RS)


Definitivamente o cansaço está nos pegando nessa viagem, hoje acordamos às 10h de novo, só que o problema é que ainda pegaríamos estrada, até chegarmos em Torres já seriam 13h e pouca da tarde. O pior é que lembro do despertador ter tocado, Gatão ter tentado me acordar e eu responder “ah amor, não tem nada de muito interessante pra se fazer em Torres mesmo”, uahauhauhauhua, idiota! Mas explicando, antes que as amigas gaúchas me matem, Torres é basicamente praia né? E como estávamos sem querer entrar na água, só pra conhecer uma tarde seria suficiente, ou pelo menos eu achava isso. Enfim, acordamos, tomamos o café ruim da pousada pela última vez e partimos.
Já contei que a BR está em obras em vários trechos? Nesse trecho que pegamos agora foi o pior deles, ou melhor né, bom sinal, mas tivemos que fazer desvios (na própria BR) muitas vezes, o que deixava a viagem um pouquinho mais lenta, mas nada demais. Pegamos uma chuvinha leve no caminho também, mas por pouco tempo.
Trecho em obras
Desvio. O msm caminhão a frente, saco não conseguir cortar
Chegamos em Torres já eram mais de 14h e conhecemos o pior hotel da viagem! Geeente, o que que era aquilo?? Cheiro de mofo, armário com mofo, lençol com mofo, banheiro feio, toalha ruim, móveis antigos... aff, tudo de ruim! Não indico pra ninguém, chama-se “Portal Torres” e custou R$95 o casal, era um dos mais baratos, mas sinceramente não vale a pena o custo benefício. Nas fotos nem dá pra ver direito quão ruim era...
Quarto
Banheiro.
Olhando assim nem parece tão ruim... rs, mas garanto que era.
O detalhe do banco caindo aos pedaços.
Por fora ele até que é bem ajeitado, mas por dentro... assim que entramos no pátio (os quartos se desenvolvem em formato de ‘u’ em volta) já vimos várias toalhas estendida no meio dele, achei estranho né, mas... entramos no quarto, deixamos nossas coisas e tal e quando saí pra um ‘reconhecimento’ dei de cara com um homem sem camisa no 3º andar estendendo os lençóis! Como assim??? Ai gente, muita falta de higiene junta...
Toalhas estendidas no pátio.

O homem pendurando os lençóis.
Até tentamos ligar pra um amigo de Thiago que estaria lá, mas ele não estava mais, então saímos sozinhos mesmo pra conhecer. Como já estava tarde nem daria tempo de muita coisa, primeiro fomos sentido a Praia da Guarita, mas quando Gatão viu a estradinha de terra e pedra que dava acesso a ela desistiu. Resolvemos então ir para a Prainha e Praia Grande, foi só uma passada rápida mesmo pra conhecer, o sol já havia ido embora há tempos (se é que ele tinha aparecido) e estava ventando MUITO! Depois descobri que isso é normal por lá, mas sério, o vento tava quase me carregando. O que me surpreendeu foi a água, não achei tão gelada quanto imaginei, mas era bem feinha igual! hahaha. A praia em si é legal, te uma faixa larga de areia (batida) e ainda uma faixa de grama onde o pessoal monta barracas e fica sentado nas cadeiras, tomando seu chimarrão, claro! A Praia Grande e a Prainha são bem parecidas, com a diferença que a Praia Grande é bem maior e tem uns quiosques na orla.
Prainha, com o cartão postal de Torres ao fundo.
Prainha.
Praia Grande
Quiosques na Praia Grande.
Parei pra tomar um açaí que estava morta de vontade, o açaí aqui é inflacionado, 300ml por R$5, 500ml por R$9. E o pior de tudo, gosto de banaaaana, aff! Melhor se deu o Gatão que pediu um crepe de strogonoff, carinho também (R$5) mas tava bem gostoso.
Confesso que a gente também estava meio sem saco, muito tempo viajando, e de carro ainda... voltamos pro hotel.
Saímos a noite pra comer, mas Torres é bem pequena mesmo, nem tem muitas opções. Paramos perto da Praça XV que parece ser o point e optamos por um restaurante a quilo chamado Pioneiro, o kg custava em torno dos R$30 mas a comida valeu cada centavo. Muitas opções e muito gostosa, até camarão aos quatro queijos tinha, no final você ainda tinha direito a uma sobremesa, que também haviam várias pra escolher. Optei por um mousse de maracujá e outro de limão, espertinha! rs, coloquei um pouco de cada no mesmo potinho.
Do restaurante fomos conhecer a praça, bonitinha, tem um coreto no centro, bem iluminado e algumas barraquinhas com venda de artesanato.
Praça XV, olhem o pessoal sentado nas cadeiras tomando chimarrão.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

10º dia (31/01/11) * Florianópolis (SC)

Acordar cedo não está sendo o nosso forte essas férias, rs. Hoje acordamos já eram quase 10h, até sairmos umas 11h, e então fomos para o centro da cidade fazer o meu turismo – pq de Gatão são só as praias, sempre! Gostei da parte que passamos dessa vez, ao contrário da que chegamos, orla bonita, bem cuidada. A primeira parada foi o mirante Morro da Cruz, sou doida por mirante, confesso. Toda vez que viajamos pra alguma cidade Gatão sempre fala: “não vai querer ver mirante dessa vez não?”, chato! Ele acha tão sem graça, e eu gosto tanto... rs. O mirante em si é bem bonito, tem uma vista perfeita da cidade e tem até um daqueles trequinhos tipo binóculo pra olhar mais de perto. Mas está meio mal tratado, abandonado...
Indo para o centro de Floripa
Vista do Mirante Morro da Cruz
Ele fica no final de um morro (óbvio) onde parece que funciona uma indústria ou algo assim, foi bem difícil de estacionar, até pq tivemos que deixar na via (como todos os outros carros) e ela passou a ser mão única, quando na verdade ela é mão dupla, ou seja: perigo a vista! E o engraçado é que do mundo de carros parados nenhum estava pelo mirante, lá em cima estava vazio, só havíamos nós e depois chegou mais uma família. De lá seguimos para o centro histórico e fomos ao mercado municipal, estava louca pra comer a famosa ostra embebida no champagne do Box 32, mas quando chegamos estava lotado e olhando sumariamente o cardápio percebemos que tudo era meio caro, desistimos. Ou melhor, Gatão desistiu! hahaha.
Mercado Municipal
Box 32
Fomos almoçar então, em um restaurante a quilo ali perto mesmo, esse eu me lembro o nome, chamava-se “Gravatas”, o kg era R$28 se não me engano. Aparentemente a comida estava muito boa, cheirava bem e tal, mas eu não tive essa sorte com a minha escolha, o macarrão estava totalmente sem gosto, acho que fizeram só ao óleo em vez de alho e óleo. O frango também estava horrível, duro, sem gosto... até o azeite era ruim, péssima, péssima escolha! Por último fomos até perto da ponte Hercílio Luz, também adoro pontes, hahaha, e tiramos algumas fotos por lá.
Ponte Hercílio Luz
Fomos só até um pouco depois da rodoviária, e o engraçado é que andando em Floripa o que mais se vê é o povo alternativo, aqueles hippongas sentados na calçada, na grama fazendo artesanato, cheirinho de marihuana no ar, tenho medo desse pessoal! hauhauhau. Se escuta MUITO o espanhol também, Gatão até se gabou lá “conversando” com alguns, mas foi só papo rapidinho mesmo, sobre horas, dificuldade da trilha... rs, achei tão bonitinho! =p
Ah, tem muitos atletas também, o tempo inteiro você encontra os caras correndo pela rodovia ou pelas praias, e não são aqueles de final de semana não, são atletas mesmo, roupinha, equipamentos e tal, Thiago até marcou o tempo de um e ficou impressionado! rsrs.
Do centro voltamos para conhecer a principal praia do litoral leste: Joaquina! Praia linda, a segunda mais bonita na minha opinião, perdendo só pro Santinho, mas pra Thiago ganhou inatingível! rs. Águas azuis, areia fofa, mar nem tão gelado, pedras na lateral, muito bonita mesmo! Nas pedras ficam os bombeiros, frenéticos no apito, tomando conta pra que ninguém ultrapasse a marca, rs.
Praia da Joaquina: esquerda.
Praia da Joaquina: direita.
Cantinho da praia
Os bombeiros
O único problema é que a praia da Joaquina é a mais inflacionada de todas, uma água de coco saiu por R$4, o estacionamento por R$10 e assim por diante... nem chegamos a fazer o esqui nas dunas, tanto eu quanto Gatão estávamos bichados. =(
De lá voltamos pra pousada e ficamos ainda um tempo na piscina, mas antes que me recriminem eu explico, a água salgada estava piorando a alergia do Gatão, então achamos que a doce seria melhor. A piscina estava muito boa também, água morna, limpinha, e só tinha a gente mais um casal, que eu descobri que estavam em lua de mel, rs.
Piscina da pousada
A noite fomos novamente comer nos Ingleses, dessa vez em uma lanchonete que amore já tinha visto antes chamada “Bauru especial”, pedi um sírio (R$16), achei caro mas valeu muuuito a pena! O pão era enorme e muito gostoso, parecia uma pizza, recheio de carne com tomate, alface e queijo e por cima ainda tinha mais queijo com orégano. Gatão preferiu comer um pastel na lanchonete ao lado e se deu mal... o pastel também era gigante, e barato (R$4) mas o meu estava muito melhor!
Sanduíche sírio

9º dia (30/01/11) * Florianópolis (SC)

Hoje ao acordar tivemos a primeira decepção com a pousada, o café da manhã é péssimo! Tudo bem que eu não costumo variar muito, mas é triste não ter um suco que goste, outro pão além do de forma ou outro frio além de queijo e presunto... mas tudo bem, continuo indicando a Rio Vermelho apesar disso.
Café da manhã da pousada.
Após o café saímos para conhecer o litoral sul da ilha, nossa primeira parada foi na Praia do Campeche, achei bonita, mas me lembrou muito a Barra, principalmente pelas ondas. De lá seguimos para Ribeirão da Ilha, tinha ouvido falar muito bem de um restaurante especializado em ostras que tem por lá e resolvemos conferir. A primeira coisa que vimos quando chegamos foi a enorme área de criação de ostras, tem em várias partes da praia, mas o restaurante em si acabamos nem indo, super caro. ¬¬ Uma porção de ostras, que era a entrada, saia por R$30, enquanto os pratos não saiam por menos de R$70. Ficamos um pouquinho na orla, o mar daquele jeito, calmo e escuro pois era voltado pro continente e andamos pelo centrinho, com casas açorianas e igreja na praça.
Praia do Campeche
Ribeirão da Ilha
Voltamos para o outro lado então, voltado para o oceano, e paramos na praia de Pântano do Sul para almoçar, essa eu também achei bem bonita, águas razoavelmente claras (mas meega geladas) e não era tão cheia. Almoçamos em um restaurante a quilo chamado “Ana Maria”, era meio caro (R$28 o kg) mas valeu super a pena, a comida era muito boa e tinha muita variedade, indo do frango ao marisco.
Pântano do Sul
Restaurante Ana Maria
Após o almoço resolvemos começar a trilha pra Lagoinha do Leste, ela foi eleita pelo guia 4 rodas como a 5ª praia mais bonita do Brasil, é claro que eu não poderia deixar de conhecer né? Deixamos o carro estacionado em frente a praia de Pântano do Sul e fomos a pé, a trilha começava ali bem pertinho. A princípio tinham nos dito que seria 1 hora de trilha, mas eu lenta que sou, levei 1 hora e meia, até pq estávamos de chinelo e a trilha tinha vários pedaços de barro puro, super escorregadio. Assim que começamos um grupo veio nos mandar desistir pq não daria pra fazer de chinelo pq tinha chovido, mas eu teimosa quis continuar, batendo pé com Gatão. Logo depois cruzamos com um casal, onde a mulher falou que não era aconselhável e o cara disse que era moleza, foi minha salvação. Mais um pouquinho na frente ainda cruzamos com mais um grupo descendo, desistindo pq estavam de chinelo, mas ainda bem que teimei, pq deu tranquilamente pra fazer a trilha, povo frouxo, só tínhamos que ter um pouco mais de cuidado né, mas de boa. No meio do percurso chegamos ao topo e nele havia um mirante, vista muito bonita.
Começo da trilha para Lagoinha do Leste
Vista do mirante: Pântano do Sul
A trilha não chegou a cansar, mas deixou a perna e meus joelhos doloridos. Pro final foi a parte mais difícil, era cheio de pedras e o cuidado tinha que ser redobrado, além de forçar muito mais meu joelho podre. Mas tudo isso valeu a pena, a praia é linda, água azul, ladeada por dois morros e ainda tem um rio que chega até o mar. Não entrei pq a água era muuuito gelada, e fiquei também com medo de assar a perna voltando na trilha, tô gordinha, hahaha. Quem me conhece sabe que amo conhecer praias, mas não ligo nem um pouco pra entrar.
Vista da trilha ainda
Lagoinha do Leste
O rio
Mar e rio
 A volta sim doeu, já estava fraca das pernas, com elas bambinhas e imagina subir aquela pedregulhada toda? Mas não paramos e detalhe, sem água. Voltamos então para Pântano do Sul e ficamos um pouco por lá, deu até pra tirar uma soneca deitada na canga, mas logo depois o tempo fechou e caiu uma chuvinha.
A noite resolvemos jantar nos Ingleses, pois acabava ficando mais perto de nós do que a Lagoa da Conceição. Paramos no “Restaurante e Pizzaria Toscana” que tinha estacionamento próprio, mas foi uma péssima escolha, pizza ruim, oleosa demais e cara, pagamos R$34 em uma grande (que na verdade foi média) metade portuguesa, metade bacon. Mas o ambiente era legal, tinha um cantor bom e a pizzaria era bem bonita. 
Restaurante e Pizzaria Toscana
A pizza